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Vencendo o Medo de dirigir

Ter taquicardia ou sentir as mãos trêmulas só de pensar em ligar o carro é mais comum do que se imagina. Entenda por que e veja alguns passos para superar este obstáculo

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DE ACORDO COM PESQUISA realizada por psicólogos, 85% das pessoas que padecem de medo de dirigir são mulheres entre 30 e 45 anos de idade e 15% são homens. O estudo mostra ainda que entre 7% e 8% da população mundial apresenta essa fobia.

As pessoas com medo de dirigir são extremamente responsáveis e ao assumirem um compromisso, dão conta dele. São confiáveis, organizadas, detalhistas, sensíveis e inteligentes. Preocupam-se com os outros, com os problemas deles e procuram não machucá-los; porém não gostam de críticas. A crítica alheia pode magoá-las, irritá-las. Além disso, não admitem errar, segundo o estudo.

Para vencer esse medo, listamos aqui algumas dicas essenciais:

Autoconhecimento e autocontrole: busque ser menos exigente;

Atividades: faça exercícios físicos ou relaxamento muscular para diminuir a ansiedade.

Entre no carro e “namore” o veículo: mexer no banco, ajustar as posições e ler o manual são maneiras de conhecer melhor o carro e se habituar. 

Inicie pequenos trajetos: preferencialmente em horários sem movimento.

Ande em lugares tranquilos: é melhor começar por ruas calmas, em dias de pouco movimento, para acostumar-se. 

Faça os trajetos mais desafiadores aos domingos: é melhor escolher um dia em que as ruas estejam vazias para ver como é o caminho e como deve ser feito. Não adianta tentar começar no meio da semana às 6pm. A tentativa pode ser ainda mais traumatizante. 

Aos poucos, aumente a distância dos trajetos: Quando perceber que a ansiedade durante o percurso é nula, ande mais quarteirões pela cidade.

Torne o ato de dirigir uma tarefa a ser realizada: marque em sua agenda pelo menos duas vezes por semana para conduzir seu carro.

Cuide dos espelhos sempre: o condutor deve estar seguro do que vê.

Não se assuste com a continuação de alguns sintomas: taquicardia, boca seca ou mãos trêmulas. Eles tendem a diminuir com o tempo e a prática.

Convide um amigo para acompanhá-lo: apenas se ele for calmo e não privar sua liberdade como motorista.

Fonte: Portal do Trânsito